João Ribeiro:
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Política, Noticias e esporte
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
De onde vêm os clientes
O que é um cliente? Segundo a AMA, é o indivíduo que tem potencial para adquirir um produto ou serviço. Na teoria, essa é a definição, mas na prática vai além disso. Eu prefiro associar o termo cliente a outro meio arcáico, o freguês. Aquele que só compra uma vez, eu prefiro chamar simplesmente de comprador. Faz sentido, tanto que no inglês há diferença se você chama de buyer, shopper oucustomer. Em português é tudo cliente.
Independente do que é cliente para você, é importante conhecer o real valor dele para a empresa e entender que cliente não é tudo igual. Para isso, existe uma ferramenta interessante, o Customer Lifetime Value – CLV – que busca quantificar o cliente no médio e longo prazo, ao contrário do que acontece com grande parte das empresas que olham apenas para a primeira compra.
De uma maneira bem resumida, o CLV é calculado assim:
CLV estimado = (Valor da venda estimada) x (Nº estimado de vezes que o cliente irá voltar) |
Mas de onde eles vêm?
Dentro das empresas, há um grande abismo de esforço entre atrair e reter clientes. Basta comparar o dinheiro gasto com propaganda com o gasto no atendimento ao consumidor ou programas de recompensa.Por mais que eu seja grande defensor da retenção, atrair novos clientes é fundamental para o crescimento de qualquer negócio. Então, vamos esclarecer de onde eles vêm, ou seja, como podemos atrair novos compradores que se tornarão ou não, clientes valiosos.
Os clientes vêm:
- Do alto de fluxo de pessoas; para alguns segmentos, o ponto comercial é importantíssimo, para outros nem tanto. Avalie a importância do fluxo de pessoas para o seu tipo de negócio.
- Da publicidade; ela é ótima para levar pessoas à loja, mas não funciona bem para fechar uma venda ou fidelizar o cliente.
- Da indicação de amigos; pessoas acreditam em pessoas com uma facilidade muito maior do que acreditam em um veículo.
- Da alta credibilidade da marca; ninguém vê comerciais da Apple na TV (brasileira) ou outdoors da marca espalhados pela cidade. No entanto, todo mundo deseja iPhones, iPads e MacBooks. Credibilidade é construída com o tempo, alta qualidade e buzz positivo.
Toda empresa quer mais clientes, mas empresas inteligentes também querem maior credibilidade, fortalecer a marca, produtos e serviços elogiados e clientes satisfeitos.
VERGONHA! O MINISTÉRIO DAS CIDADES OFERECE DINHEIRO EM TROCA DE APOIOS DE DEPUTADOS
Em guerra para retomar o controle do PP, o ministro Mário Negromonte ofereceu pagamentos de 30.000 reais a parlamentares da legenda
Depois dos escândalos que derrubaram os ministros dos Transportes e da Agricultura, o radar do Palácio do Planalto está apontado desde a semana passada para o gabinete do ministro Mário Negromonte (PP), das Cidades. A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado traz informações levadas à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, por um grupo de parlamentares do PP. Em guerra aberta com uma parte da legenda pelo controle do partido, Negromonte estaria transformando o ministério num apêndice partidário e usando seu gabinete para tentar cooptar apoio. Segundo relatos dos deputados que foram convocados para reuniões na pasta, a ofertas em troca de apoio incluem uma mesada de 30.000 reais para quem aderir.
O PP é o terceiro maior partido da base aliada, com 41 deputados e cinco senadores. Controla há anos o Ministério da Cidade, que dispõe de um orçamento de 22 bilhões de reais e programas de forte apelo eleitoral em todos os cantos do país. Na formação do governo Dilma, Negromonte foi indicado mais por suas relações com o PT da Bahia do que pelo trânsito junto aos colegas. Uma parcela do PP queria manter Márcio Fortes, ministro por mais de cinco anos no governo Lula. Há duas semanas, o grupo ligado ao ex-ministro conseguiu destituir da liderança do partido o deputado Nelson Meurer, aliado de Negromonte. Colocou no lugar dele Aguinaldo Ribeiro, aliado de Márcio Fortes.
Ao perceber o poder se esvaindo, Negromonte contra-atacou montando um bunker numa sala anexa ao seu gabinete, onde quatro aliados de sua inteira confiança – os deputados João Pizzolatti, Nelson Meurer, José Otávio Germano e Luiz Fernando Faria – tentam persuadir os deputados a se alinhar novamente com o ministro. Apenas na última terça-feira, doze parlamentares estiveram no ministério. Sob a condição do anonimato, três deles revelaram que ouviram a proposta da mesada de 30.000 reais.
Confrontado, o ministro atribui tudo a um jogo de intrigas e aponta o rival Márcio Fortes como responsável: “Sei que há boatos de que pessoas vieram aqui para fazer isso e aquilo, da mesma forma que o pessoal estava dizendo que o Márcio Fortes foi lá na liderança fazer promessa, comprometer-se na tentativa de arranjar assinatura. Não me cabe ficar comentando boato”. Fortes, por sua vez, rebate de maneira lacônica: “No dia 31 de dezembro, deixei o cargo de ministro e me afastei das atividades partidárias”.
A compra de votos não de parlamentares não é algo novo na história do PP, um dos protagonistas do escândalo do mensalão – que, aliás, envolvia pagamento de mesada. Na ocasião, líderes da legenda receberam 4,1 milhões de reais em propina e quatro integrantes do partido estão denunciados no processo que tramita no Supremo Tribunal Federal.
O Ministério das Relações Institucionais confirma ter recebido as denúncias e está acompanhando a guerrilha do PP com muita atenção. A presidente Dilma Rousseff também já foi informada do problema.FONTE: VEJA
DÉBORA SECCO EM ALTA NA GLOBO
Surfando na onda do seu personagem Natali Glamour, à atriz Débora Secco renovou seu vínculo contratual com a Globo na semana passada, na reta final de Insensato Coração. E vai ficar na emissora por mais cinco anos.
E segundo se comentam, a estrela global já até recebeu convites para filiar a partidos políticos pois é vista como uma futura puxadora de votos em potencial.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Quer trair?
Sites como o Ashley Madison, que inaugura neste mês sua operação no Brasil, prometem – com discrição – facilitar a vida de quem procura um relacionamento extraconjugal
Você é casado (a), tem uma vida estabilizada e está financeiramente bem estabelecido (a). No entanto, percebe que falta um brilho, uma aventura capaz de tirá-lo (a) um pouco da rotina cotidiana. O tradicional, nesses casos, seria procurar um affair em bares, happy hours ou até mesmo entre os colegas de trabalho e conhecidos.
Mas, assim como revolucionou boa parte das relações humanas, a internet pode, também, auxiliá-lo (a) a trair de uma maneira mais prática. Ou, pelo menos, mais discreta. E é com esse propósito que sites de relacionamento como o Ashley Madison – que lançou neste mês suas operações no Brasil – vem conquistando um impressionante número de adeptos e vislumbrando um crescimento ainda maior em novos mercados.
“Nós não inventamos a traição. O ser humano sempre traiu. A diferença é que, caso a pessoa realmente escolha ter um caso extraconjugal, oferecemos meios para que ela faça isso de uma maneira respeitosa”. Dessa maneira que Noel Biderman, CEO do site canadense Ashley Madison explica a finalidade de sua empresa, que foi criada há dez anos e que, atualmente, já atua em 15 países e soma mais de 10 milhões de usuários, em todo o mundo.
Segundo ele, a ideia de criar uma espécie de difusor de infidelidade veio justamente da percepção de que os usuários de sites de relacionamento não eram, na verdade, tão solitários assim. Biderman explica que, após muitas conversas e pesquisas, descobriu que muitas pessoas recorriam à web para procurar um caso extraconjugal, com a ideia de que, protegidas pela tela do computador, correriam menos risco de se expor e de criar problemas com os respectivos cônjuges.
Mulheres infiéis
Ao contrário do que possa parecer, o fundador do site não tem uma visão pessimista acerca do amor e dos relacionamentos. “As pessoas podem amar, preservar seus parceiros, e, ao mesmo tempo, estarem insatisfeitas com algo que só será preenchido com um caso extraconjugal”. Segundo ele, esse é o típico perfil do usuário (na verdade, da usuária) que procura os serviços do Ashley Madison, uma vez que 70% da base de cadastrados em todo o mundo são de pessoas do sexo feminino. “O homem pode até trair mais, mas quando a mulher trai, ela o faz com maior cautela e atenção. Por isso, ela prefere não se arriscar a se envolver com qualquer pessoa e, nisso, entra o nosso serviço, que permite a busca por pessoas de maneira sigilosa”, explica o CEO do site.
Apesar de tratar o seu serviço como uma ferramenta aliada dos relacionamentos, Noel Biderman revela já ter ouvido muitas críticas sobre a atuação do Ashley Madison. Questionado sobre as acusações de ter causado muitos divórcios, ele defende-se garantindo que os usuários que se cadastram no site já não estão plenamente satisfeitos em suas relações e que trairiam de qualquer maneira – com ou sem a ajuda do site. Fonte: Proxxima
CBF decidiu adiar em um dia a partida do clube carioca contra o Corinthians
Após receber um pedido da diretoria do Flamengo a CBF decidiu adiar em um dia a partida do clube carioca contra o Corinthians, no Pacaembu. Antes marcado para o dia 7 de setembro, às 21h50 (de Brasília), o duelo entre os atuais dois primeiros colocados do Campeonato Brasileiro ocorrerá um dia depois, no mesmo horário e local.
Em conseqüência desta alteração, o jogo entre Flamengo e Atlético-PR que seria no dia 10 de setembro, às 18 horas (de Brasília), no Engenhão, passará para o domingo, dia 11, em Macaé, no estádio Moacyrzão, no mesmo horário.
Mais uma vez a CBF deixa claro que é uma casa de interesses, uma vez que Cruzeiro, Botafogo, Fluminense, Santos e outros clubes tiveram jogadores convocados e não tiveram os jogos adiados. Mais um motivo pra dize, fora RICARDO TEIXEIRA!!!
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